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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Em depoimento sobre polêmica com a PM, Kannário diz que agiu no 'calor da emoção' - Em F. de Santana.

O vereador e cantor Igor Kannário prestou depoimento na delegacia em Feira de Santana, na manhã desta terça-feira (27), sobre a polêmica entre ele e a Polícia Militar (PM), que aconteceu durante a Micareta de Feira de Santana deste ano, quando ele acusou a Polícia Militar de agredir foliões e declarou que é mais autoridade que a PM. O depoimento estava marcado inicialmente para o dia 20 de junho, mas ele não compareceu à audiência, nem justificou a sua ausência.
Nesta terça-feira(27), ele chegou à delegacia por volta das 9h45 acompanhado da assessora e o motorista, em um veículo Cobalt branco. O advogado já estava na delegacia. Ele falou à imprensa no final do depoimento e afirmou que respeita a Polícia Militar.
“Eu só quero paz. Não tenho nenhuma mágoa da polícia, tenho total respeito pela instituição. Em certos momentos alguns policiais têm posturas mais elevadas, mas acho que os comandantes têm discernimento para fazer o seguimento das guarnições e seus componentes. Naquele dia foi apenas o calor da emoção”, afirmou.
O delegado João Rodrigo Uzzum informou que o depoimento do vereador e cantor foi tranquilo e respeitoso. “Ele afirmou que estava em um momento sob forte emoção quando falou certas palavras, disse que não teve a intenção de denegrir a Polícia Militar na condição de instituição e afirmou que na emoção do momento, ao ver algumas posturas, na visão dele inadequadas, acabou por proferir algumas palavras, que ao final ele praticamente se retrata”, informou o delegado.
Segundo Uzzum, agora vai ocorrer o indiciamento do cantor e vereador Igor Kannário pelo crime de desacato de funcionário público, já que, conforme explicou o delegado, ocorreram posturas ofensivas que agrediram a questão íntima dos policiais que ali estavam trabalhando, gerando desprestígio ao estado.
Por ser um crime de menor potencial ofensivo, o delegado João Rodrigo Uzzum explicou que a pessoa normalmente é condenada a pagamento de cestas básicas ou prestação de serviços comunitários. As informações são do repórter Ed Santos do Acorda Cidade


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