Páginas

domingo, 16 de julho de 2017

Funcionária de Câmara presa por falsificação rebate polícia:"Sou uma pessoas de nome".

Isabela Medrado, de 40 anos, foi à Delegacia de Santo Antônio de Jesus para prestar esclarecimentos sobre um suposto desentendimento ocorrido em uma das lojas da cidade, onde fazia compras. Ela foi presa acusada de estelionato e falsidade ideológica, já que estaria utilizando notas falsas de dinheiro.
Moradora de São Felipe, ela foi ouvida e liberada, já que, segundo a polícia, não houve flagrante. Na manhã de sexta-feira (14/7), Isabela Medrado voltou a Santo Antônio de Jesus e procurou a imprensa local, que divulgou a notícia baseada nas informações oficiais, passadas pela Polícia Militar, pedindo espaço para dar a versão dela aos fatos.
O BA Cidades – parceiro do Aratu Online – também foi procurado por Isabela. Ela disse ter documentos que provam a inocência. “Eu fui à Delegacia sozinha, no meu carro e lá prestei meus esclarecimentos. Sou envolvida com política e quero ser parceira da mídia. Tenho provas comigo, pois tudo não passou de um mal entendido”, afirmou.
Isabela Moura disse ainda que tiraram fotos dela sem autorização. Ela não soube informar quem a fotografou dentro de uma loja. “É só mesmo uma retratação. Sou uma pessoa de nome, tradicional. Ontem (quinta, dia 13) ocorreu um equívoco. Tudo não passou de um mal entendido e já foi esclarecido”, garante.
Isabela Medrado acusou as redes sociais de espalharem ‘más notícias’. “Tem pessoas que espalham notícias no WhatsApp que logo se disseminam. Tem que se ter muito cuidado com isso”, lamentou. Isabela informou ainda que trabalha na prefeitura de São Felipe.
O comandante do 14º Batalhão da Polícia Militar, tenente-coronel Irlando Oliveira, disse que encaminhou a ocorrência para a Polícia Civil. Por sua vez, o delegado Felipe Ghiraldelli disse que Isabela Medrado não ficou detida porque não houve flagrante. “Ela não foi presa em flagrante. O que aconteceu é que a PM tinha elementos que indicavam esse crime. O fato está sendo apurado como crime de falsificação, porque ela estava com documentos falsos e não como estelionato, porque não houve flagra de golpe”, explicou o delegado. Foto:Ba Cidades/Fonte:Aratu Online.


Nenhum comentário:

Postar um comentário